…e eu mudei!
Estou a colaborar neste projecto colectivo e desafio-o a uma visita:
obrigado pela companhia ao longo destes tempos, pela participação e pela fidelidade (porque sei que a houve).
João Pedro Amante
O blog dos Filhos da Ponte, pretende ser um espaço de debate e de propostas contra a corrente. Um espaço de ideias e de intervenção. Ponte de Sor terra bela, nas palavras do poeta…
…e eu mudei!
Estou a colaborar neste projecto colectivo e desafio-o a uma visita:
obrigado pela companhia ao longo destes tempos, pela participação e pela fidelidade (porque sei que a houve).
João Pedro Amante
A classificação do próprio Parlamento Europeu aos deputados que agora terminam o mandato é tambem ela demonstrativa de quem está a trabalhar e de quem está a atrapalhar…
visite: http://www.parlorama.eu/en/european-deputies-portugal/0-0-0/
As comemorações do 50º aniversário do Cristo-Rei, com honras de transmissão em directo pela televisão do estado.
Que critérios editoriais prevalecerão e que permeabilidade (não inocente) tem este sistema saudosista?!
Fátima, Fado e Futebol. O histórico análgésico social do nosso povo que insistem administrar de quando em vez…

Lilla Downs, indispensável em disco. Suberba, Ao Vivo!
O Auditório dos Oceanos, foi pequeno para a dimensão da poesia e da voz.
Cuentan que en Oaxaca se toma el mezcal con café
dicen que la hierba le cura la mala fé
a mi me gusta el mole mi Soledad me va a moler
Água de Rosas, como água benta


A cantilena e a estratégia é a mesma… Vitimização, NÃO!

Abril de Sim Abril de Não
Eu vi Abril por fora e Abril por dentro
vi o Abril que foi e Abril de agora
eu vi Abril em festa e Abril lamento
Abril como quem ri como quem chora.
Eu vi chorar Abril e Abril partir
vi o Abril de sim e Abril de não
Abril que já não é Abril por vir
e como tudo o mais contradição.
Vi o Abril que ganha e Abril que perde
Abril que foi Abril e o que não foi
eu vi Abril de ser e de não ser.
Abril de Abril vestido (Abril tão verde)
Abril de Abril despido (Abril que dói)
Abril já feito. E ainda por fazer.
Manuel Alegre

Há vinte anos. Tempo suficiente para me ver agora na mítica meia-idade. Dirigia-me para Sta. Apolónia. De regresso à minha verdadeira casa, como aliás fazia quase todas as 6ª feiras.
As ruas cortadas em torno do Terreiro do Paço, os desvios que os autocarros faziam e as notícias que a tv anunciava, faziam-me pensar dentro de uma revolução.
Naquela 6ª feira, a única coisa que verdadeiramente me interessava era ir passar o fim-se-de-semana “à terra”…

O sol tombava a pique. Segundo alguns, quando vem de repente, custa mais o calor…
De qualquer modo foi também um aliado na recepção ao Secretário-Geral do PCP, que se deslocou á freguesia de Montargil, para um contacto com a população no âmbito da campanha “Sim é possível uma vida melhor!”.
Jerónimo de Sousa recebeu da Comissão de Utentes de Serviços Públicos um memorando sobre as condições em que são prestados os cuidados de saúde e a assistência à população da freguesia.
As políticas do Governo PS/Sócrates sobre o Serviço Nacional de Saúde, que se traduzem em mais um ataque aos direitos dos cidadãos, não foram determinadas pelos ventos da crise internacional.
Não sirva esta crise, por isso, para fundamentar explicações sobre o inexplicável!

O povo é que quer assim?
Não sei se o povo quer mesmo assim…
O que sei (sabemos) é que há-de voltar o tempo que em vez do “eu é que mando”, “nós é que mandamos”.
Mas isso depende mesmo de nós. Só de nós! De todos os que sabem que têm e querem ter voto na matéria.